sábado, 31 de maio de 2014

Referências Bibliográficas

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS REFERENTE AO TEMA DO MÓDULO 2

BEAUVOIR, Simone. O segundo sexo. A experiência vivida. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1980.

DEL PRIORE, Mary. A Mulher na História do Brasil. São Paulo: contexto, 1994.

_____. História das Mulheres no Brasil. São Paulo: Contexto, 1997.

HAHNER, June. A Mulher Brasileira e suas lutas sociais e políticas: 1850-1937. São Paulo: Brasiliense, 1981.

NADER, Maria Beatriz. Mulher: do destino biológico ao destino social. Vitoria: Edufes, 1997.

PALUDO, Conceição (org.). Mulheres: resistência e luta em defesa da vida. São Leopoldo: CEBI, 2009.

SAFFIOTI, Heleieth. O poder do Macho. São Paulo: Moderna, 1987.

MANDRÁGORA/ Núcleo de Estudos Teológicos da Mulher na América Latina. Gênero, Religião e Políticas Públicas. Vol. 1, nº 1. São Bernardo do Campo: Metodista, 1994.


Maria de Fátima Castelan




Mais de mil pessoas fizeram denúncias contra violência e discriminação em Vitória



Mais de mil pessoas procuraram a Coordenação de Atendimento as Vitimas de Violencia e Discriminação (Cavvid) que funciona na Casa do Cidadão, em Vitoria, somente no ano passado. 88% dos atendimentos estão relacionados a violência doméstica, já os casos de discriminação racial somaram 6% dos registros.
Entre os serviços prestados pela Cavvid estão acolhimento, acompanhamento social, psicológico além de orientação jurídica, tanto para a vítima quanto para o agressor. Mais do que tratar do fato ocorrido, o trabalho também é para evitar que novos casos aconteçam.
Segundo a coordenadora do Cavvid, Lorena Padilha, o serviço é gratuito e atende não só o morador de Vitória como de todo o Estado, dependendo da situação. “Para a violência doméstica e discriminação racial os nossos serviços existem para os moradores de Vitória. Porém, nos casos de discriminação por orientação sexual, através de uma parceria, nós atendemos todo o Estado”, explica a coordenadora.
Há cinco anos convivendo com o preconceito e a discriminação. Assim ficou a vida do auxiliar administrativo Vanderlei Tongo depois que ele assumiu a homossexualidade. Na época era casado e foi acusado pela ex-mulher de abusar do próprio filho. Comprovou na Justiça que era inocente.
Mesmo assim, o auxiliar ainda está proibido de ver a criança e continua sofrendo com a exclusão social. “Meu filho vive uma mentira. Eu sei onde ele mora, eu sei onde ele estuda e não posso vê-lo, abraçá-lo. As datas que eu quero estar junto com ele eu não posso”, conta.
Vanderlei recebeu atendimento na coordenação e garante que graças ao tratamento hoje pode levar uma vida quase normal, só falta a presença do filho. “Eu não vou desistir dele. Eu não sei o que me espera no futuro, mas eu vejo um futuro com ele. Vivendo normalmente como a gente sempre viveu”.
http://www.folhavitoria.com.br/

Casos de violência contra a mulher

http://www.folhavitoria.com.br/site/?target=media_center_internas&vid=FV_RPTG_00004473


Mais um caso de agressão contra a mulher foi registrado na Grande Vitória. Desta vez, a 

vítima foi espancada pelo próprio namorado e até o filho dela, de dois anos, foi agredido pelo 

acusado. As marcas da violência ficaram nas mãos e, principalmente, na cabeça da jovem 

Dayane Herculane. A auxiliar de escritório foi agredida e teve metade dos cabelos 

arrancados pelo próprio companheiro. 

"Ele pegou pelos meus cabelos, me deu muitos socos no rosto, me deu socos nas costas e 

me violentou de todas as formas. Me bateu muito. Foi muito agressivo comigo e também 

tentou ser com meu filho. Ele pediu o tempo todo para meu filho calar a boca se não ele iria 

agredi-lo e eu tentava o tempo todo acalmar meu filho", conta a vítima.