sábado, 1 de novembro de 2014

OUTUBRO ROSA ENCARTE



UFES - 60 ANOS CADERNO DE INFORMATIVO DO ESPÍRITO SANTO (15 A 19 DE OUTUBRO DE 2014 Nº 485)

HUCAM É REFERÊNCIA NO TRATAMENTO DE CÂNCER NO ANO PASSADO


O OUTUBRO ROSA JÁ ENTROU NO CALENDÁRIO DO ANO PASSADO E TEM O OBJETIVO DE CHAMAR A ATENÇÃO DA POPULAÇÃO SOBRE A IMPORTÂNCIA DA PREVENÇÃO E DO TRATAMENTO DO CANCÊR DE MAMA.


Sua principal marca – a iluminação de prédios e monumentos com a cor rosa. Além de aderir à campanha com a iluminação rosa de seu painel e do Teatro Universitário, a Ufes realiza por meio do Hospital Universitário Cassiano Antônio de Moraes (Hucam), um trabalho permanente de assistência às mulheres. Referência no Estado do Espírito Santo em oncologia, o hospital oferece um atendimento especializado nas doenças mamárias, principalmente o câncer de mama, além de outras patologias.
O tratamento é realizado pelo Serviço de Mastologia, que também oferece consultas, esclarecimentos sobre a doença, prevenção, diagnósticos, exames, clínicos, ultrassonografia e cirurgias.
A doença representa uma das principais causas de morte entre as mulheres. No Brasil, segundo dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca), 50 mil novos casos de câncer de mama são notificados anualmente. Dados do Ministério da Saúde mostram que o número de mulheres que morreram por causa do câncer de mama aumentou 45% em 10 anos.

Em 2013, o Hucam realizou 2.639 mamografias e mensalmente faz uma média de 25 cirurgias mamárias.
Segundo a reportagem abaixo, o Espírito Santo é um estado focado na luta e prevenção contra o câncer de mama, vamos abraçar esta causa não só  no mês de campanha, mais o ano inteiro.

Hucam é referência no tratamento de câncer de mama
O Hospital realizou 2.639 mamografias no ano passado

O Outubro Rosa iá entrou no calendário nacional. Sua principal marca a iluminação de prédios e monumentos com a cor rosa  tem o objetivo de chamar a atenção da população sobre a importância da prevenção e do tratamento do câncer de mama. Além de aderir à campanha com a iluminação rosa de seu painel e do Teatro Universitário, a Ufes realiza, por meio do Hospital Universitário Cassiano Antonio de Moraes (Hucam),um trabalho permanente de assistência às mulheres. Referência no Estado do Espírito Santo em oncologia, o hospital oferece um atendimento especializado nas doenças
mamárias, principalmente o câncer de mama, além de outras patologias. O tratamento é realizado pelo Serviço de Mastologia, que também oferece consultas, esclarecimentos sobre a doença, prevenção, diagnósticos, exames clínicos, ultrassonografia e cirurgias. A doença representa
uma das principais causas de morte entre as mulheres. No Brasil, segundo dados do Instituto
Nacional do câncer (Inca), 50 mil novos casos dê câncer de mama são notificados anualmente. Dados
do Ministério da Saúde mostram que o número de mulheres que morreram por causa do câncer de mama aumentou 4596 em 10 anos.  O chefe do Serviço de Diagnóstico por Imagem (SDD do Hucam, o médico Rodrigo Moll, afirma que o exame de mamografia é indispensável para o diagnóstico precoce. 73 a !9 de outubro de 2014 | no 485 "Como a doença é tratável, a mamografia
representa uma ferramenta indispensável para detectar e diagnosticar precocemente o câncer de mama, o que facilita o tratamento. É aconselhável que todas as mulheres a partir dos 40 anos façam, anualmente,o exame. O auto exame também é muito importante e deve ser realizado dez dias após a menstruação', ressalta Moll. Em 2013, O Hucam realizou 2.639 mamografias e, mensalmente, faz
uma média de 25 cirurgias mamárias.

Fonte: Informativo da Universidade Federal do Espírito Santo 13 a 19 de Outubro de 2014 nº 485.
Para conhecimento de todos os profissionais de saúde e demais colegas de curso. Vamos ficar atentos a  ações que  surgirão a partir deste evento.


 Oficina capacita profissionais de regiões Sul e Sudeste em saúde da mulher

Data: 31/10/2014
Evento é promovido pela SPM com participação do Ministério da Saúde e do UNFPA
Os organismos de políticas para as mulheres (OPMs) das capitais e áreas metropolitanas das regiões Sul e Sudeste participarão, na segunda e terça-feira (03 e 04/11), da Oficina de Capacitação no Instrumento de Acompanhamento e Monitoramento da Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Mulher (Pnaism) e do Plano Nacional de Políticas para as Mulheres (PNPM). A oficina ocorre das 9h às 18h, em Brasília.

Promovido pela Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República (SPM-PR), com a participação do Ministério da Saúde e do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA), o evento busca alcançar, indiretamente, por meio da capacitação para os OPMs das capitais e regiões metropolitanas, alcançar, indiretamente, a maioria da população dos estados.

O Instrumento de Acompanhamento e Monitoramento da Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Mulher (Pnaism) e do Plano Nacional de Políticas para as Mulheres (PNPM) é um documento oficial que apresenta conceitos, políticas, programas e conhecimentos sobre o tema. A publicação pretende subsidiar as gestoras dos OPMs, apresentando as prioridades definidas tanto na Pnaism quanto no PNPM (2013-2015).

As informações que os OPMs produzirão serão compartilhadas entre atores que atuam na implantação da Pnaism e do PNPM, em particular com os Conselhos de Saúde, os Conselhos de Direitos das Mulheres, as organizações e movimentos feministas e de mulheres. A produção e divulgação dos resultados obtidos constituem um mecanismo que poderá motivar e efetivar a participação desses sujeitos nos processos de planejamento, monitoramento e avaliação da situação de saúde das mulheres nos estados e municípios.

Os OPMs das regiões Centro-Oeste, Nordeste e Norte passaram pela mesma capacitação na quinta (30) e sexta-feira (31/10).
fonte: http://spm.gov.br/noticias/ultimas_noticias/2014/10/31-10-2013-oficina-capacita-profissionais-de-regioes-sul-e-sudeste-em-saude-da-mulher

sexta-feira, 24 de outubro de 2014

A importância das constantes avaliações nas Políticas Públicas


    Ao longo dos anos, as transformações das políticas públicas no Estado brasileiro, principalmente no que concerne à influência dos movimentos sociais, fez com que nossos governantes voltassem seus planos de governo para uma política social mais igualitária, com mais justiça social e com uma estratégia que abrisse um leque de oportunidades  às  classes menos favorecidas na busca de oportunidades no mercado de trabalho, na igualdade de gêneros e ao combate contra a discriminação racial.
    O módulo 5 do curso de Gestão de Políticas Públicas de Gênero e Raça,  mostrou pontos históricos, conceituais e institucionais das políticas públicas de gênero e raça, visando demonstrar como ocorreu, na contemporaneidade, a formulação e o desenvolvimento da noção e das práticas em torno da cidadania e, em especial, indicar a atuação dos movimentos sociais nesse âmbito.
     Mais importante foi conscientizar os educandos sobre os desafios enfrentados pelos governantes na elaboração de políticas públicas e a importância da participação de todos, em nossa sociedade, como colaboradores em sugestões e programas que visam  reduzir de forma drástica, junto às instituições, a desigualdade de gênero e raça, uma vez que esta perspectiva acarreta, necessariamente, a promo­ção social da igualdade e o combate às estruturas que reproduzem as relações de poder entre homens e mulheres e a discriminação étnico-racial.
     Notamos que é importante, e de certa forma necessárias, as contínuas avaliações acerca das políticas, dos programas, dos projetos e das práticas. O planejamento e o orça­mento, como fatores primordiais, são cada vez mais decisórios e estratégicos na incorporação das perspectivas de gênero e raça, fatores esses, capazes de ampliar habilidades para intervenção nos processos de planejamento, orçamento, monitoramento e avaliação de projetos e ações, assegu­rando a transversalidade, a interseccionalidade e a intersetorialidade de gênero e raça nas políticas públicas.

     Dessa forma, torna-se mais clarividente, que cada vez mais, é fundamental a participação dos movimentos sociais na luta para a igualdade de Gênero e Raça, e que o acompanhamento de projetos e monitoramento de ações são papéis primordiais na redução das desigualdades, em todos os sentidos, em nossa sociedade. 

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

No Brasil, a luta contra a discriminação racial, vai muito mais além que uma simples legislação.Em suas escolas os estudos sobre o ensino da história e cultura afro-brasileira, é um marco nessa luta incansável, dos diversos tipos Movimentos Negros. É na base da formação de nossos estudantes que temos que cortar essa "raiz do mau", que se chama discriminação racial.

ESCOLAS DA REDE PÚBLICA TÊM ORIENTAÇÃO PARA COMBATER O RACISMO

Foto Divulgação
Semana da Consciência Negra
Embora o preconceito racial esteja na estrutura da sociedade brasileira, ao longo do tempo, ele foi e ainda está encoberto por um falso discurso de igualdade étnico-racial.
Apenas nas últimas décadas do século XX, o racismo passou a ser concebido como um fator estruturante das relações sociais no Brasil. Graças ao trabalho, sobretudo do Movimento Negro Brasileiro, os desníveis entre brancos e negros passaram a ser finalmente questionados.
Da luta do Movimento Negro nasceu a lei que tornou obrigatório, em todas as escolas oficiais e particulares dos níveis fundamental e médio do país, o ensino de história e cultura afro-brasileira no âmbito de todo o currículo escolar. No entanto, sozinha, essa lei não seria capaz de alterar as práticas racistas existentes no cotidiano das unidades de ensino. Era preciso um conjunto de ações e um setor responsável para gerenciá-las. Dessa necessidade, nasceu a Comissão de Estudos Afro-Brasileiros (Ceafro).
Composta por professores e pedagogos com experiência em estudos e ações sobre educação afro-brasileira e africana, a Ceafro é referência no país quando se trata do combate à discriminação étnica em escolas públicas. A comissão já atuou em eventos científicos até no exterior. Ela é responsável por duas atividades principais: os cursos de formação para profissionais da educação e a assessoria às escolas
fonte :.http://www.vitoria.es.gov.br/cidadao/igualdade-racial


Caros colegas, esse vídeo mostra uma panorâmica sobre os movimentos sociais ocorridos no mundo, incluindo o Brasil, na luta pela igualdade de gênero e raça.

Assistam e reflitam sobre nossos estudos desta unidade.

fonte: youtube vídeos

terça-feira, 9 de setembro de 2014

Os  enfrentamentos de uma  política  participativa  na  luta  para  a  igualdade  racial/social


A forma da sociedade se manifestar na luta por direitos e igualdades, nas políticas públicas de gênero e raça em nosso Estado, é através de discussão entre grupos representativos e governo na busca de soluções efetivas, através de propostas atuantes e uma legislação eficaz. Esta iniciativa da Prefeitura de Vitória é um grande passo para este segmento.

Imagem Internet

Mãos segurando pés de criança
O Conselho Municipal do Negro (Conegro) acompanha e avalia políticas de promoção dos afro-brasileiros. Constituído por segmentos da sociedade civil e do poder público, é vinculado à Secretaria Municipal de Cidadania e Direitos Humanos (Semcid). O órgão foi criado pela Lei Municipal 4.432/97 e busca propor meios que assegurem à população negra o exercício pleno de sua participação e integração no desenvolvimento econômico, social, político e cultural.

Competências do conselho

  1. promover e desenvolver eventos com o objetivo de discutir e propor políticas de combate às discriminações e ampliação dos direitos da população negra em busca de sua cidadania;
  2. propor aos demais órgãos e entidades da administração municipal o planejamento e a execução de políticas públicas relacionadas ao negro;
  3. propor diretrizes para as políticas públicas voltadas à comunidade negra;
  4. propor a criação de instrumentos legais que assegurem a participação qualificada do negro em todos os níveis e setores da administração municipal;
  5. analisar e pronunciar-se sobre projetos de lei e decretos referentes aos direitos e à afirmação da comunidade negra, bem como oferecer contribuições para o seu aperfeiçoamento;
  6. opinar e fornecer subsídios relativos à afirmação e à valorização da comunidade negra;
  7. propor e contribuir para a realização de campanhas educativas sobre o combate ao racismo e à discriminação racial e intolerância religiosa;
  8. manter intercâmbio com entidades, organizações, públicas e privadas, de pesquisa e demais atividades voltadas à questão da afirmação da comunidade negra e ao combate ao racismo;
  9. receber denúncias que lhe sejam dirigidas, encaminhando-as para o Centro de Referência e acompanhando as providências tomadas;
  10. indicar seus representantes em órgãos ou fóruns que promovam a discussão de políticas públicas e sociais de caráter afim;
  11. divulgar, através de instrumentos institucionais e meios de comunicação em geral, as atividades e decisões do conselho.

fonte : http://www.vitoria.es.gov.br/cidadao/igualdade-racial

sexta-feira, 5 de setembro de 2014

E stabelecimentos do ES terão que colar placa com número para denunciar violência contra mulher

A partir de agosto deste ano (2014), hotéis, bares, casas noturnas e salões de beleza do Espírito Santo deverão afixar uma placa com os dizeres "Violência contra a mulher: Denuncie! Disque 180". (30/07/2014) Confira no site:


http://www.folhavitoria.com.br/policia/noticia/2014/07/estabelecimentos-do-es-terao-que-colar-placa-com-numero-para-denunciar-violencia-contra-mulher.html

RESUMO DO MÓDULO 4


O curso de Especialização em GPP-GeR tem com tema neste módulo 4 “Estado e Sociedade”. Este aborda o contexto histórico e o surgimento da cidadania e como ela se constitui, o papel da sociedade civil, os movimentos sociais na atualidade, a gestão do poder público, a participação do Brasil na construção da identidade nacional, e a constituição do Estado e cidadania, o nascimento do Direito e o Direito público, a construção do Estado Democrático de Direito e o processo da política pública nos movimentos sociais e mulheres e negros.
O Brasil tem passado por transformações nas áreas das políticas públicas que estão focadas nas questões de gênero e raça, esses movimentos surgiram para que houvessem os enfrentamentos na tentativa de minimizar as desigualdades, através da participação dos movimentos sociais, mudanças nas ações governamentais e a participação do Brasil em acordos nacionais e internacionais. Pode-se observar esforços do governo em minimizar a violência aos grupos discriminados na sociedade, porém este é um processo desafiador para todos.

sábado, 23 de agosto de 2014

Este vídeos nos mostra como foi a trajetória das constituições no Brasil e a discriminação de gêneros já acontecia de forma brutal na sociedade ao longo de sua história.



Vamos lutar contra a discriminação de gêneros e raça, fazemos parte desse processo.

domingo, 20 de julho de 2014

Este vídeo é muito bacana e mostra a realidade da discriminação de gêneros no mercado de trabalho, contando um pouco da  História.



Precisamos mudar este processo discriminatório.

quinta-feira, 17 de julho de 2014



O site informa sobre uma campanha lançada em 2012 no Palácio  Anchieta - sede do governo do ES, que visa promover a conscientização e a reflexão sobre a importância de denunciar os casos de violência contra a mulher tendo como referência as delegacias especializadas inauguradas nos municípios da grande Vitória, sendo a Delegacia de Atendimento Especializado à Mulher (Dean) situada no município de Vitória – ES.


Este site  com a reportagem de 26 de março de 2014,  faz a reflexão sobre o trabalho da Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa do Senado (CDH) com o objetivo de verificar o assassinato de mulheres e a outra o extermínio da juventude negra.



3ª RODA DE CONVERSA: “MULHERES NEGRAS E RAIZ FORTE”
Este site traz uma programação cultural que promoverá discussões sobre encontro de mulheres no combate ao preconceito racial e social e a violência contra mulheres negras.
Data: 05/07/2014
Local: Auditório do Tancredão, Centro de Vitória – ES

http://now-events.net/br/page/1881818

quarta-feira, 16 de julho de 2014

Buscando informações...

Este site  com a reportagem de 26 de março de 2014,  faz a reflexão sobre o trabalho da Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa do Senado (CDH) com o objetivo de verificar o assassinato de mulheres e a outra o extermínio da juventude negra.

Políticas Públicas e Raça

MÓDULO 3 – RESUMO
Os movimentos sociais formados por pessoas negras são constituídas por lutas contra os preconceitos e a escravidão. A imprensa negra foi um dos primeiros movimentos negros e tinha como objetivo lutar  por uma sociedade sem preconceito ou racismo, mas principalmente alcançar a equidade entre as raças e classes eliminando as diferenças sociais advindas do período colonial.

A imprensa negra circulava por todo o país divulgando assim suas ideias antirracista, o que fomentou  movimentos sociais, e dentre eles estava a Frente Negra Brasileira que teve sua origem em São Paulo, e tinha o objetivo de que os negros possuíssem os mesmos direitos que os brancos.

No decorrer dos anos os movimentos foram se tornando mais consolidados, surgiu então o Teatro Experimental Negro (TEN) com o trabalho de valorização cultural e valorização da identidade através da representação cultural.

Os movimentos negros na atualidade lutam por um país sem racismo, buscando a igualdade racial que é reforçada pelo combate da falsa teoria da democracia racial.










































sábado, 21 de junho de 2014

Ações afirmativas - estratégias de combate ao racismo

A Lei 10.639 estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, para incluir no currículo oficial da Rede de Ensino a obrigatoriedade da temática "História e Cultura Afro-Brasileira". 


É importante conhecer e implementar.

http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/2003/l10.639.htm





sábado, 31 de maio de 2014

Referências Bibliográficas

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS REFERENTE AO TEMA DO MÓDULO 2

BEAUVOIR, Simone. O segundo sexo. A experiência vivida. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1980.

DEL PRIORE, Mary. A Mulher na História do Brasil. São Paulo: contexto, 1994.

_____. História das Mulheres no Brasil. São Paulo: Contexto, 1997.

HAHNER, June. A Mulher Brasileira e suas lutas sociais e políticas: 1850-1937. São Paulo: Brasiliense, 1981.

NADER, Maria Beatriz. Mulher: do destino biológico ao destino social. Vitoria: Edufes, 1997.

PALUDO, Conceição (org.). Mulheres: resistência e luta em defesa da vida. São Leopoldo: CEBI, 2009.

SAFFIOTI, Heleieth. O poder do Macho. São Paulo: Moderna, 1987.

MANDRÁGORA/ Núcleo de Estudos Teológicos da Mulher na América Latina. Gênero, Religião e Políticas Públicas. Vol. 1, nº 1. São Bernardo do Campo: Metodista, 1994.


Maria de Fátima Castelan




Mais de mil pessoas fizeram denúncias contra violência e discriminação em Vitória



Mais de mil pessoas procuraram a Coordenação de Atendimento as Vitimas de Violencia e Discriminação (Cavvid) que funciona na Casa do Cidadão, em Vitoria, somente no ano passado. 88% dos atendimentos estão relacionados a violência doméstica, já os casos de discriminação racial somaram 6% dos registros.
Entre os serviços prestados pela Cavvid estão acolhimento, acompanhamento social, psicológico além de orientação jurídica, tanto para a vítima quanto para o agressor. Mais do que tratar do fato ocorrido, o trabalho também é para evitar que novos casos aconteçam.
Segundo a coordenadora do Cavvid, Lorena Padilha, o serviço é gratuito e atende não só o morador de Vitória como de todo o Estado, dependendo da situação. “Para a violência doméstica e discriminação racial os nossos serviços existem para os moradores de Vitória. Porém, nos casos de discriminação por orientação sexual, através de uma parceria, nós atendemos todo o Estado”, explica a coordenadora.
Há cinco anos convivendo com o preconceito e a discriminação. Assim ficou a vida do auxiliar administrativo Vanderlei Tongo depois que ele assumiu a homossexualidade. Na época era casado e foi acusado pela ex-mulher de abusar do próprio filho. Comprovou na Justiça que era inocente.
Mesmo assim, o auxiliar ainda está proibido de ver a criança e continua sofrendo com a exclusão social. “Meu filho vive uma mentira. Eu sei onde ele mora, eu sei onde ele estuda e não posso vê-lo, abraçá-lo. As datas que eu quero estar junto com ele eu não posso”, conta.
Vanderlei recebeu atendimento na coordenação e garante que graças ao tratamento hoje pode levar uma vida quase normal, só falta a presença do filho. “Eu não vou desistir dele. Eu não sei o que me espera no futuro, mas eu vejo um futuro com ele. Vivendo normalmente como a gente sempre viveu”.
http://www.folhavitoria.com.br/

Casos de violência contra a mulher

http://www.folhavitoria.com.br/site/?target=media_center_internas&vid=FV_RPTG_00004473


Mais um caso de agressão contra a mulher foi registrado na Grande Vitória. Desta vez, a 

vítima foi espancada pelo próprio namorado e até o filho dela, de dois anos, foi agredido pelo 

acusado. As marcas da violência ficaram nas mãos e, principalmente, na cabeça da jovem 

Dayane Herculane. A auxiliar de escritório foi agredida e teve metade dos cabelos 

arrancados pelo próprio companheiro. 

"Ele pegou pelos meus cabelos, me deu muitos socos no rosto, me deu socos nas costas e 

me violentou de todas as formas. Me bateu muito. Foi muito agressivo comigo e também 

tentou ser com meu filho. Ele pediu o tempo todo para meu filho calar a boca se não ele iria 

agredi-lo e eu tentava o tempo todo acalmar meu filho", conta a vítima.


sexta-feira, 23 de maio de 2014

quinta-feira, 22 de maio de 2014


21/05/2014 às 20h32 - Atualizado em 22/05/2014 às 11h27

Ciúmes e traição são principais motivos de agressão contra mulheres no Estado

TV Vitória
Redação Folha Vitória
TV Vitória
Maioria dos casos registrados na delegacia são por causa de ciúmes
Foto: TV Vitória
Entre os vários motivos que levam a mulher a ser agredida pelo companheiro, um deles é o ciúmes. E é o sentimento de posse que, segundo especialistas, acaba fazendo com que o homem não aceite a separação. Em muitos casos, isso acaba em agressão.
Homens que agridem a mulher por causa do vício no álcool, ou por não aceitarem a separação, são os principais motivos que levam as vítimas a registrarem ocorrência em Vitória. Mas na Delegacia da Mulher outra motivação também merece destaque: o ciúme. Um sentimento que se mostra mais forte quando há traição.
No último domingo (18), uma estudante de 32 anos foi agredida com socos e chutes pelo namorado, um lutador de jiu-jítsu, de 24 anos. A agressão aconteceu depois que ela descobriu, pelas redes sociais, que era traída por ele. O crime foi na Praia da Costa, em Vila Velha.
Para a delegada Arminda Rodrigues, na maioria dos casos de agressão, que chegam à Delegacia da Mulher, o sentimento de posse é o que leva o homem a partir para a violência. “Ele pensa que a mulher é propriedade particular dele, e isso vai gerar o ciúmes que termina na agressão física, uma ameaça e até tentativa de homicídio”, afirma.
O caso da estudante não é o único divulgado pela TV Vitória, quando se trata de mulheres que se tornam vítimas dos companheiros. Em agosto do ano passado, uma jovem foi mantida refém por cerca de 2 horas em um apartamento no Centro de Vitória.
A Delegacia da Mulher de Vitória não tem o número de ocorrências de agressão que envolvem traição, porque o cálculo é feito com base no tipo de crime e não na motivação. O que se sabe é que a quantidade de ocorrências na Capital praticamente se manteve estável se comparado ao ano passado. “O homem aceita muito menos essa situação de separação. Se ele trai, muitas vezes a mulher até perdoa, mas o homem não”, aponta a delegada.
Para o psicólogo Adriano Jardim, especialista em comportamento, a traição gera uma quebra de confiança que pode levar o parceiro a romper o relacionamento. É aí que a mulher, tanto nos casos em que ela é a infiel, quanto o parceiro, se torna vítima. “Ao trair, ele oferece a oportunidade para o outro de um comportamento agressivo, explosivo, que no ponto de vista da pessoa está justificado”, explica.

fonte :  http://www.folhavitoria.com.br/policia/noticia/2014/05/especialista-capixaba-afirma-que-traicao-descoberta-gera-violencia.html

quarta-feira, 21 de maio de 2014

Seminário faz alerta contra abusos sexuais sofridos por crianças e adolescentes

André Sobral
Dia Nacional de Combate à Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes
Seminário "Prevenção da Violência Sexual Contra a Criança e Adolescente: Responsabilidade de todos nós" aconteceu no auditório da Prefeitura
Cerca de 250 pessoas lotaram o auditório da Prefeitura de Vitória na manhã desta terça-feira (20) para participar do seminário "Prevenção da Violência Sexual Contra a Criança e Adolescente: Responsabilidade de todos nós".
O evento, realizado no auditório da Prefeitura de Vitória em alusão ao Dia Nacional de Luta contra o Abuso Sexual de Crianças e Adolescentes (18 de maio), reuniu diversos especialistas na temática, que puderam esclarecer dúvidas e promover uma maior reflexão para o enfrentamento do problema.
O secretário municipal de Cidadania e Direitos Humanos, Marcelo Nolasco, abordou os aspectos legais do abuso contra a criança e o adolescente e medidas para sua prevenção. Além disso, Nolasco evidenciou o perfil do abusador e da criança ou adolescente vítima de abuso, destacando a importância da presença da família para a identificação e prevenção do problema.
"Para evitar que a criança ou adolescente seja vítima de abuso sexual, os pais precisam conversar, orientar, escutar e proteger os seus filhos. Atualmente, muitos pais passam o dia inteiro fora e acabam terceirizando a educação dos seus filhos. Precisamos da família mais presente e que todos estejam engajados na proteção do maior patrimônio de uma sociedade, que são as crianças e adolescentes", disse o secretário.

Dados

Nolasco ainda apresentou fotos e vídeos de casos que marcaram sua atuação como titular da Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA). "Dados apontam que cerca de 98% dos abusadores são do sexo masculino e 70% convivem no ambiente familiar da vítima, como pai, avô, tio, primo, padastro, vizinho ou um amigo bem próximo da família", alertou.
Dados dos Centros de Referência Especializado de Assistência Social (Creas) de Vitória mostram que o número de casos é alto: somente em 2013, foram registradas 285 ocorrências de violência sexual. Dessas, 190 (67%) das vítimas eram crianças de até 12 anos e 95 (33%), adolescentes.

 fonte : http://www.vitoria.es.gov.br/secom.php?pagina=noticias&idNoticia=14546


sexta-feira, 16 de maio de 2014



Mais um passo das mulheres na luta pela equidade de gênero.

Serviços dão assistência a crianças e adolescentes vítimas de violência sexual


Somente em 2013, foram registradas 285 ocorrências de violência sexual contra crianças e adolescentes na capital
Baixa autoestima, hematomas ou machucados sem uma explicação clara, perda ou excesso de apetite, busca pelo isolamento, agressividade e comportamentos sexuais inadequados para a idade. Esses são alguns sinais que servem de alerta para identificar uma criança ou adolescente que está sendo vítima de abuso sexual.
Neste domingo (18), é celebrado o Dia Nacional de Luta contra o Abuso Sexual de Crianças e Adolescentes. A data é uma homenagem à menina Araceli Cabrera, que foi abusada e morta aos 8 anos, em 1973. Uma caminhada neste domingo (18) e um seminário na terça (20) vão marcar a data na capital.
Dados dos Centros de Referência Especializado de Assistência Social (Creas) de Vitória mostram que o número de casos é alto: somente em 2013, foram registradas 285 ocorrências de violência sexual. Dessas, 190 (67%) das vítimas eram crianças de até 12 anos e 95 (33%), adolescentes.
Entretanto, esse número pode ser ainda maior, como revela a coordenadora do Fórum Municipal de Enfrentamento à Violência, à Exploração e ao Abuso Sexual Infantojuvenil, Roseane Fernandes. "Sem dúvida, o número de crianças e adolescentes abusadas é muito maior. Muitos casos não chegam a virar denúncia, principalmente, porque o abusador é uma pessoa bem próxima da criança e da família", aponta.

Cuidados

A coordenadora destaca alguns cuidados que os pais devem ter para evitar que os filhos passem por essa situação. "Os pais precisam estar atentos e escutar o que a criança ou adolescente sente diante de situações difíceis, permitir a expressão dos sentimentos de tristeza, raiva ou medo. Também é fundamental dispor de tempo com eles e oferecer o apoio necessário para que se sintam seguros", orienta.

Perfil

Segundo o Fórum Municipal de Enfrentamento à Violência, à Exploração e ao Abuso Sexual Infantojuvenil, geralmente, o abusador é uma pessoa que está acima de qualquer suspeita e faz parte da família ou do círculo de amizade e confiança da vítima. A maioria é do sexo masculino, mas há também abusadores do sexo feminino.
O abusador pode pertencer a qualquer classe social, cor ou religião. São amáveis em sua maioria e até mesmo sedutores, podendo conquistar a vítima com presentes, elogios ou quantias em dinheiro. Além disso, na maioria das vezes, não há nada que chame a atenção para o seu comportamento.
No geral, não há nada em seu comportamento que chame a atenção. Eles tentam ser o mais discretos possíveis. Para conseguir o silêncio das vítimas, utilizam-se de ameaças e chantagens, estabelecendo uma relação de dominação.
Além disso, o abusador faz a criança ou adolescente acreditar que, na verdade, quem está fazendo algo de errado é a própria vítima, fazendo com que elas tenham muito receio em compartilhar a situação que vivenciam.

Rede de atendimento


Centro de Referência Especializado da Assistência Social de Bento Ferreira presta atendimento a vítimas de violência sexual
A rede municipal de atendimento conta com diversos serviços voltados para as vitimas de violência sexual. Nas unidades de saúde, nas escolas ou nos Centro de Referência de Assistência Social (Cras) da capital, há profissionais preparados para ajudar a família no enfrentamento do problema. Além disso, a administração municipal conta com serviços especializados.
Centro de Referência Especializado da Assistência Social (Região Centro)
Endereço: rua Aristides Freire, 36, Centro
Telefone: 3132-8065
Centro de Referência Especializado da Assistência Social (Região Bento Ferreira)
Endereço: Rua José Carvalho, 374, Ilha De Santa Maria
Telefone: 3132-1719
Centro de Referência Especializado da Assistência Social (Região Maruípe)
Endereço: Rodovia Serafim Derenzi, 10410, Joana D´arc
Telefone; 3233-3420
Serviço de Atenção às Pessoas em Situação de Violência (SASVV)
Endereço: rua Almirante Tamandaré s/nº Anexo II – atrás do Pronto-Atendimento de São Pedro
Telefones: 3332.3290 / 3323.3777
Como Denunciar
Segundo o artigo 245 do Estatuto da Criança e do Adolescente, qualquer cidadão - familiar ou não - tem a obrigação de denunciar até mesmo a suspeita de qualquer tipo de violênca. Em Vitória, as denúncias podem ser feitas:
Conselho Tutelar Centro
Endereço: avenida Marcos de Azevedo, 334, Parque Moscoso
Telefones: (27) 3132-7058 e 3132-7059 e plantão 24 horas pelo telefone (27) 8818-4435
Horário de funcionamento: de segunda a sexta-feira, das 8 às 18 horas, e plantão 24 horas pelo celular, incluindo sábados, domingos e feriados.
Conselho Tutelar Maruípe
Endereço: avenida Leitão da Silva, 2.580, Santa Luíza
Telefones: (27) 3315-4983 e plantão 24 horas pelo telefone (27) 8818-4511
Horário de funcionamento: de segunda a sexta-feira, das 8 às 18 horas, e plantão 24 horas pelo celular, incluindo sábados, domingos e feriados.
DPCA – Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (3132.1916)
Endereço: avenida Florentino Avidos, 100 - Vila Rubim - Centro
Telefones:(27) 3132-1916/3132-1917
Atendimento: Segunda a sexta, das 8 às 18 horas
Ministério Público do Espírito Santo
Telefone: 08002839840
ouvidoria@mpes.mp.br
Secretaria Nacional de Direitos Humanos
Disque 100
fonte :  Secom - Prefeitura de Vitória

quarta-feira, 14 de maio de 2014

Serviço de Atendimento à Vítima de Violência participa de caminhada em Camburi

O próximo domingo (18) é o Dia Nacional de Luta contra o Abuso e Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes e, diante dessa causa, o Serviço de Atendimento à Vítima em Situação de Violência (SASVV) participará da caminhada organizada pelo Fórum Municipal de Enfrentamento à Violência, à Exploração e ao Abuso Sexual Infantojuvenil na praia de Camburi.
O objetivo é envolver a sociedade civil e o governo em torno da necessidade de defesa do direito das crianças de crescer de forma saudável e protegida. A caminhada sairá às 8 horas do píer de Iemanjá e seguirá até o Clube dos Oficiais ao som da Banda Júnior da Polícia Militar do Espírito Santo.

SASVV

Em Vitória, os munícipes contam com o SASVV deste 2011, sendo oferecidos acompanhamentos médico, psicológico, social e de enfermagem, com dispensação de medicamentos e realização de exames gratuitos, mantidos pela Secretaria Municipal de Saúde (Semus).
São feitos atendimentos a crianças, adolescentes e indivíduos com transtorno mental em toda violação de direitos (violência física, sexual, psicológica e negligência) e a homens e mulheres somente em  situação de violência sexual. O atendimento é realizado por uma equipe multidisciplinar composta por clínico geral, pediatra, enfermeiro, assistente social, psicólogo, técnico e auxiliar de enfermagem.
"Um dos objetivos do SASVV é prestar assistência em saúde de média complexidade aos cidadãos da capital em situação de violência, contribuindo com a superação de traumas e interrupção da cadeia de violência" explica Maria Aparecida Lube, que é diretora do SASVV.
Os pacientes são encaminhados para o SASVV através do Disque 100, Ministério Público, Delegacia de Proteção a Criança e Adolescente (DPCA), Departamento Médico Legal (DML), Conselhos Tutelares, escolas, unidades de saúde, Rede Socioassistencial e demandas espontâneas.
O SASVV está localizado na rodovia Serafim Derenzi, em São Pedro III, atrás do Pronto-Atendimento de São Pedro. Realiza atendimentos de segunda a sexta-feira, das 8 às 17 horas. Os telefones são 3323-3777 e 3332-3290.

Araceli

O 18 de maio é uma lembrança do sequestro de Araceli Cabrera Sanches, que, aos 8 anos, foi drogada, espancada, estuprada e morta. A caminhada reafirma a responsabilidade da sociedade em garantir os direitos das crianças e dos adolescentes.
 
Fonte:PMV - Com edição de Matheus Thebaldi

terça-feira, 13 de maio de 2014

13/05/2014 - Caminhada em Camburi vai marcar luta contra violência sexual infantojuvenil

Caminhada em Camburi vai marcar luta contra violência sexual infantojuvenil

Enfrentar a violência, a exploração e o abuso sexual praticados contra crianças e adolescentes. Essa é a chamada que o Fórum Municipal de Enfrentamento à Violência, à Exploração e ao Abuso Sexual Infantojuvenil faz para a toda a sociedade. Por isso, neste domingo (18), o órgão quer ver a orla de Camburi repleta de famílias caminhando unidas em defesa da causa.
A caminhada, com saída às 8 horas do estacionamento próximo ao píer de Iemanjá, vai marcar o Dia Nacional de Luta contra o Abuso Sexual de Crianças e Adolescentes.
Se é necessário realizar ações em prol dessa luta? Os números dizem que sim. Em 2013, foram registrados pelos Centros de Referência Especializado de Assistência Social de Vitória (Creas) 285 casos de famílias que tiveram ocorrências de violência sexual. Desse total, 67%, ou seja, em 190 deles, as vítimas eram crianças e os demais, adolescentes.
Número esse que, para algumas pessoas, pode ser considerado pequeno diante do total de habitantes da capital, mas a vice-coordenadora do Fórum, Patrícia Hulle, reitera que "não". "Essa é apenas a ponta do iceberg, porque a maioria não é notificada, não aparece. A maioria desses casos acontece no ambiente familiar, o agressor é o pai, o padastro, o avô ou um vizinho próximo à família".
Patrícia revela que, dentro desse contexto, muitas famílias não denunciam. No entanto, ela alerta que "ficar calado é aceitar a violência, é ser conivente".

Direito

"A intenção do '18 de maio" é destacar a data para mobilizar, sensibilizar, informar e convocar toda a sociedade para participar da luta em defesa dos direitos sexuais de crianças e adolescentes. É preciso garantir a toda criança e adolescente o direito ao desenvolvimento de sua sexualidade de forma segura e protegida, livres do abuso e da exploração sexual", destaca a coordenadora do Fórum, Roseane Fernandes.
O dia 18 de maio foi transformado, através da lei federal 9970/00, no Dia Nacional de Combate ao Abuso e Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes.

Fórum

O Fórum Municipal de Enfrentamento à Violência, à Exploração e ao Abuso Sexual Infantojuvenil  é um espaço permanente de discussão das questões relacionadas à violência e à exploração sexual contra crianças e adolescentes, envolvendo organizações governamentais, não governamentais, entidades públicas e privadas e pessoas físicas comprometidas com a temática. Reuniões às primeiras quartas-feiras de cada mês, às 9 horas.

Cajun

Para reforçar a importância de ações para o enfrentamento à violência sexual contra crianças e adolescentes, o núcleo do programa Caminhando Juntos (Cajun) do Bairro da Penha vai promover na próxima quarta-feira (14), das 9 às 16 horas, atividades socioeducativas alusivas ao tema.
Serviço
Caminhada pelo fim da violência sexual contra crianças e adolescentes
Quando: domingo (18), a partir das 8 horas
Local: saída do píer de Iemanja, na praia de Camburi

sexta-feira, 9 de maio de 2014

  Bela iniciativa : é através deste tipo de discussão que se chega a equidade.

 Projeto

André Sobral
Universidade Cidadã
Projeto tem o intuito de debater temas voltados para os Direitos Humanos com estudantes universitários
O projeto Universidade Cidadã é uma iniciativa da Secretaria de Cidadania e Direitos Humanos de Vitória para a formação de cidadãos mais críticos e conscientes, tendo o intuito de levar temas ligados aos Direitos Humanos para alunos de instituições de ensino superior de quaisquer cursos das faculdades parceiras, especialmente aqueles que estejam cursando os quatro primeiros períodos.
Dentro da programação do projeto, os estudantes participam do "Circuito da Cidadania" e conhecem todos os serviços disponibilizados na Casa do Cidadão, assim como as políticas e ações desenvolvidas por cada gerência da secretaria no que tange à promoção dos direitos humanos. As ações fortalecem o exercício da cidadania e a cultura de paz na capital.
Os universitários são convidados a debater sobre diversidade cultural participando de oficinas sobre introdução aos Direitos Humanos, diversidade sexual e prevenção da homofobia, relações étnicorraciais, gênero, mediação de conflitos e direitos do consumidor.

Fonte : http://www.vitoria.es.gov.br/secom.php?pagina=noticias&idNoticia=14408

Implantação da Guarda Municipal é debatida na Serra

GuardaSerra052014_4No dia 06 de maio foi realizada, na Câmara Municipal da Serra, a Audiência Pública para a implantação e criação da Guarda Municipal da Serra cujo proponente foi o vereador Bruno Lamas (PSB).
Os trabalhos foram abertos pelo presidente da Casa de Leis, vereador Guto Lorenzoni (PP) que ressaltou a importância do evento. “Serve para a consolidação da implantação da Guarda Municipal no município”, endossou. O presidente elogiou a iniciativa e lembrou que desde a legislatura passada o vereador Bruno Lamas vem discutindo o tema, que se tornou proposta de governo do prefeito Audifax Barcelos. “Fico hoje satisfeito de estar aqui, pois trata-se de um tema importante para a sociedade serrana e munícipes. isso vai dar o pontapé inicial neste processo”, declarou.
A mesa de debate foi composta pelo capitão Ramon Quedevez representando o 60 Batalhão de Polícia Militar; Alessandro Darós representou a Secretaria Estadual de Segurança Pública; o vereador Jorjão representou a Comissão de Segurança Pública da Câmara da Serra além do Secretário de Defesa Social da Serra, coronel Renato. Da Sociedade Civil integrou a mesa o presidente da subsesção Serra, Eduardo Pandoupho, o Coordenador geral da AMO Jean Cassiano; o presidente da Federação dos Moradores (FAMS), Jacinto Sezini, representante do Conselho Interativo de Segurança Pública de Jacaraípe e Manguinhos, Ronaldo Rodrigues e Eromildo Cruz do Sindicato dos Agentes de Segurança e dos Guardas Municipais do Espírito Santo;
Bruno Lamas enfatizou que a audiência pública contou com requerimento aprovado em Plenário e a Câmara cumpre aqui o seu papel de estar representando a sociedade e estar debatendo assuntos relevantes para essa cidade e a Segurança Pública afeta e interessa a todos. “A Guarda Municipal é um sonho desta cidade e hoje vamos ter oportunidade de conhecer a sua natureza jurídica e tirar as dúvidas, bem como saber sobre o plano de trabalho da prefeitura da Serra para sua implantação”, relatou.
A palestra sobre a natureza jurídica da Guarda Municipal foi feita pelo Dr. Pablo Andrade, advogado e professor de direito.
O Capitão Ramon Quedevez disse que o 60 Batalhão de Polícia Militar aprova e incentiva a criação da Guarda Municipal armada na Serra. “Se será policiamento ostensivo ou não isso veremos com o tempo. O fato é que a Polícia Militar do ES apóia a iniciativa”, enfatizou.
Alessandro Darós informou o apoio incondicional do Governo do Estado para a criação de Guardas Municipais. “O município tem o papel importante no controle da criminalidade. Esse papel é mais na prevenção no que no controle policial, desde que as Guardas Municipais tenha padrão mínimo de qualidade pois não há um marco regulatório sobre o assunto no país”.
 Com certeza será um marco na segurança e combate à violência de todos os gêneros e raças no município de Serra-Es, gostaríamos de parabenizar a Câmara dos Vereadores do município por essa iniciativa.


02.05.2014 - Espírito Santo assina termo de adesão ao Plano Juventude Viva

2 de Maio de 2014
Na manhã desta sexta-feira (2/5), a Secretaria Nacional de Juventude (SNJ), ao lado da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir), lançou o Plano Juventude Viva no Palácio Anchieta, em Vitória (ES). O programa, que visa à prevenção da violência contra a juventude negra, vai atuar em seis municípios capixabas, além da capital. Ao todo, o governo federal investe 96 milhões de reais, que serão distribuídos em programas nas áreas de educação, saúde, cultura, justiça, trabalho e emprego, entre outras.
No lançamento, estiveram presentes o governador do Espírito Santo, Renato Casagrande, o prefeito de Vitória, Luciano Resende, os ministros Gilberto Carvalho (Secretaria-Geral da Presidência da República) e Luiza Bairros (Seppir), a secretária nacional de juventude, Severine Macedo, além de diversos movimentos de juventude, em especial os que atuam com a pauta da igualdade racial. O jovem Carlos Abelhão, 27, milita em prol do povo negro. Ele acredita que a adesão do Espírito Santo ao Plano “é uma oportunidade para mostrarmos para a sociedade essa problemática. Combater a violência é uma luta histórica do movimento negro. Temos que celebrar a conquista”, disse.
A ministra da Seppir, Luiza Bairros, acredita que a imagem da população negra no Brasil, em geral, costuma ser “desqualificada” e “desumanizada” pela sociedade. Ela associa a exposição do povo negro à violência como fator oriundo do racismo. “Todas as ações em várias frentes são importantes, mas a luta contra o racismo não pode parar. Isso também é parte integrante do Plano Juventude Viva. É nosso desafio", frisou.
Taxas de homicídios - De acordo com o Ministério da Saúde, o Espírito Santo ocupa o segundo lugar em taxas de homicídios contra jovens no país, estando abaixo apenas do estado de Alagoas. As cidades que vão receber o Plano são Vitória, Vila Velha, Cariacica, Linhares, os municípios de Serra, Guarapari e São Mateus. Juntas, elas concentraram, em 2011, 73% das mortes registradas em todo o estado.
O Plano foi construído a várias mãos, unindo esforços dos movimentos sociais que conseguiram pautar a questão na esfera pública. É o que afirma a secretária Severine Macedo. “O movimento negro no Brasil denuncia o genocídio da juventude negra há anos. O Plano é um esforço conjunto de articulação entre as políticas dos governos federais, estaduais e municiais e foi feito a partir das demandas da sociedade”. Ela citou também a necessidade de aprovação do Projeto de Lei 4471, que tramita na Câmara dos Deputados propondo-se a apurar com mais critério os casos de letalidade derivada do emprego da força policial.
A partir dessa recorrência história de violência no estado, a ideia é que o Juventude Viva possa combater o problema ofertando serviços públicos que garantam a direitos da população jovem, compreendida entre 15 e 29 anos. "O Juventude Viva contempla uma série de políticas para tentar mudar a cultura de violência e oferecer alternativa para os jovens. É um processo longo, mas precisamos investir", afirmou ministro-chefe da SGPR, Gilberto Carvalho.
Qualquer pessoa ou instituição pode fazer parte da Rede Juventude Viva e atuar no enfrentamento à violência contra a juventude negra brasileira. Cadastre sua instituição clicando aqui! Quem já fazia parte da rede, também deve se recadastrar. Você também pode participar da comunidade Rede Juventude Viva no Participatório e contribuir com os debates e discussões! Se quiser saber mais informações, acesse o site oficial do Juventude Viva (www.juventude.gov.br/juventudeviva)