segunda-feira, 22 de setembro de 2014

No Brasil, a luta contra a discriminação racial, vai muito mais além que uma simples legislação.Em suas escolas os estudos sobre o ensino da história e cultura afro-brasileira, é um marco nessa luta incansável, dos diversos tipos Movimentos Negros. É na base da formação de nossos estudantes que temos que cortar essa "raiz do mau", que se chama discriminação racial.

ESCOLAS DA REDE PÚBLICA TÊM ORIENTAÇÃO PARA COMBATER O RACISMO

Foto Divulgação
Semana da Consciência Negra
Embora o preconceito racial esteja na estrutura da sociedade brasileira, ao longo do tempo, ele foi e ainda está encoberto por um falso discurso de igualdade étnico-racial.
Apenas nas últimas décadas do século XX, o racismo passou a ser concebido como um fator estruturante das relações sociais no Brasil. Graças ao trabalho, sobretudo do Movimento Negro Brasileiro, os desníveis entre brancos e negros passaram a ser finalmente questionados.
Da luta do Movimento Negro nasceu a lei que tornou obrigatório, em todas as escolas oficiais e particulares dos níveis fundamental e médio do país, o ensino de história e cultura afro-brasileira no âmbito de todo o currículo escolar. No entanto, sozinha, essa lei não seria capaz de alterar as práticas racistas existentes no cotidiano das unidades de ensino. Era preciso um conjunto de ações e um setor responsável para gerenciá-las. Dessa necessidade, nasceu a Comissão de Estudos Afro-Brasileiros (Ceafro).
Composta por professores e pedagogos com experiência em estudos e ações sobre educação afro-brasileira e africana, a Ceafro é referência no país quando se trata do combate à discriminação étnica em escolas públicas. A comissão já atuou em eventos científicos até no exterior. Ela é responsável por duas atividades principais: os cursos de formação para profissionais da educação e a assessoria às escolas
fonte :.http://www.vitoria.es.gov.br/cidadao/igualdade-racial


Caros colegas, esse vídeo mostra uma panorâmica sobre os movimentos sociais ocorridos no mundo, incluindo o Brasil, na luta pela igualdade de gênero e raça.

Assistam e reflitam sobre nossos estudos desta unidade.

fonte: youtube vídeos

terça-feira, 9 de setembro de 2014

Os  enfrentamentos de uma  política  participativa  na  luta  para  a  igualdade  racial/social


A forma da sociedade se manifestar na luta por direitos e igualdades, nas políticas públicas de gênero e raça em nosso Estado, é através de discussão entre grupos representativos e governo na busca de soluções efetivas, através de propostas atuantes e uma legislação eficaz. Esta iniciativa da Prefeitura de Vitória é um grande passo para este segmento.

Imagem Internet

Mãos segurando pés de criança
O Conselho Municipal do Negro (Conegro) acompanha e avalia políticas de promoção dos afro-brasileiros. Constituído por segmentos da sociedade civil e do poder público, é vinculado à Secretaria Municipal de Cidadania e Direitos Humanos (Semcid). O órgão foi criado pela Lei Municipal 4.432/97 e busca propor meios que assegurem à população negra o exercício pleno de sua participação e integração no desenvolvimento econômico, social, político e cultural.

Competências do conselho

  1. promover e desenvolver eventos com o objetivo de discutir e propor políticas de combate às discriminações e ampliação dos direitos da população negra em busca de sua cidadania;
  2. propor aos demais órgãos e entidades da administração municipal o planejamento e a execução de políticas públicas relacionadas ao negro;
  3. propor diretrizes para as políticas públicas voltadas à comunidade negra;
  4. propor a criação de instrumentos legais que assegurem a participação qualificada do negro em todos os níveis e setores da administração municipal;
  5. analisar e pronunciar-se sobre projetos de lei e decretos referentes aos direitos e à afirmação da comunidade negra, bem como oferecer contribuições para o seu aperfeiçoamento;
  6. opinar e fornecer subsídios relativos à afirmação e à valorização da comunidade negra;
  7. propor e contribuir para a realização de campanhas educativas sobre o combate ao racismo e à discriminação racial e intolerância religiosa;
  8. manter intercâmbio com entidades, organizações, públicas e privadas, de pesquisa e demais atividades voltadas à questão da afirmação da comunidade negra e ao combate ao racismo;
  9. receber denúncias que lhe sejam dirigidas, encaminhando-as para o Centro de Referência e acompanhando as providências tomadas;
  10. indicar seus representantes em órgãos ou fóruns que promovam a discussão de políticas públicas e sociais de caráter afim;
  11. divulgar, através de instrumentos institucionais e meios de comunicação em geral, as atividades e decisões do conselho.

fonte : http://www.vitoria.es.gov.br/cidadao/igualdade-racial

sexta-feira, 5 de setembro de 2014

E stabelecimentos do ES terão que colar placa com número para denunciar violência contra mulher

A partir de agosto deste ano (2014), hotéis, bares, casas noturnas e salões de beleza do Espírito Santo deverão afixar uma placa com os dizeres "Violência contra a mulher: Denuncie! Disque 180". (30/07/2014) Confira no site:


http://www.folhavitoria.com.br/policia/noticia/2014/07/estabelecimentos-do-es-terao-que-colar-placa-com-numero-para-denunciar-violencia-contra-mulher.html

RESUMO DO MÓDULO 4


O curso de Especialização em GPP-GeR tem com tema neste módulo 4 “Estado e Sociedade”. Este aborda o contexto histórico e o surgimento da cidadania e como ela se constitui, o papel da sociedade civil, os movimentos sociais na atualidade, a gestão do poder público, a participação do Brasil na construção da identidade nacional, e a constituição do Estado e cidadania, o nascimento do Direito e o Direito público, a construção do Estado Democrático de Direito e o processo da política pública nos movimentos sociais e mulheres e negros.
O Brasil tem passado por transformações nas áreas das políticas públicas que estão focadas nas questões de gênero e raça, esses movimentos surgiram para que houvessem os enfrentamentos na tentativa de minimizar as desigualdades, através da participação dos movimentos sociais, mudanças nas ações governamentais e a participação do Brasil em acordos nacionais e internacionais. Pode-se observar esforços do governo em minimizar a violência aos grupos discriminados na sociedade, porém este é um processo desafiador para todos.